segunda-feira, 30 de julho de 2007
Verbo Manchetear
Manchetear: V. Do coelhus (nascido do subst. francês manchette)... ato ou efeito de tornar letras míudas em grandes e estampar na cara do jornal. Eu mancheteio, tu mancheteias, eles mancheteiam...
SucESso PANacamericanos
Igual extrato bancário... Tudo que você tira no fim de semana só aparece na segunda. E para Rede Globo o Wagner Moura e o Circo do Faustão valem mais que o encerramento do Pan do Rio. O Dj deu uma cara de rave desnecessária aos festejos de encerramento. Não precisava daquilo, uma edição que chegou a ridicularizar todos os atletas que apareceram. Não gostei. Mas, o desrespeito da Globo foi maior. Nada contra a vida íntima do Wagner Moura (que é o melhor ator dessa nova safra, depois dele o Lázaro. Especialmente no cinema). Sem contar no Circo do Faustão. Deus me livre, o Pan acabando e os caras fazendo malabarismo com fantoches risonhos e pernas bonitas. Fui. Sem contar que A Gazeta e A Tribuna desta segunda manchetearam o baile funk da (nada mais cafona que falar de Serra, e danisse a íngua oculta) Serra. Boa manchete. O problema é que ninguém estampou a melhor participação brasileira da história dos Pans. Isso reflete o porquê do Brasil sempre ficar atrás de Cuba, que tem uma área pouco maior que a soma da do Rio e do Estado de Sítio de Sir Paulo Hartung.
Falando Nele, quem entende o secretário de Segurança e ator televisivo, Rodney Redford Miranda. O cara aparece fazendo blitz, manda boteco fechar e dá pauta pros nossos amiguinhos. E a taxa de homicídios cai. Cai da mesa do Governador, cai na lixeira ou cai do céu? Nada muda. É melhor ficar lendo Shakespeare e vendo o avião passar. Falando em avião... Eu volto depois de taxiar.
Falando Nele, quem entende o secretário de Segurança e ator televisivo, Rodney Redford Miranda. O cara aparece fazendo blitz, manda boteco fechar e dá pauta pros nossos amiguinhos. E a taxa de homicídios cai. Cai da mesa do Governador, cai na lixeira ou cai do céu? Nada muda. É melhor ficar lendo Shakespeare e vendo o avião passar. Falando em avião... Eu volto depois de taxiar.
O X do Povão
A capa da Tribuna de ontem (29/07) mostra por que a classe política é tão corrupta, quando mancheteia que a maioria da população se beneficiaria em falcatruas. Agora, algum político nasceu assim - político? Por mais oligarquia que se seja, todos são povo antes de serem médico, cirurgião, jornalista, metalúrgico, metaleiro, maconheiro, baderneiro, vaqueiro e presidente do Senado. Ninguém quer levar um pouquinho. Você se lembra do Nabunda, aquele cachorro da piada da ponte que cai? Então, você leva Nabunda, deixa Nabunda... Nabunda nada. Taí todo problema. É isso que o povo brasileiro tem que aprender. Se cada um levar um pouco, todo mundo leva, mas todo mundo vive. Do jeito que tá, uma minoria vive e a maioria leva. Mas quando alguém dessa maioria vira algum dessa minoria, a cabeça dele muda em prol do seu novo grupo. Isso é Marx? Por que então os marxistas caem nas arapucas que eles mesmos criticam? Aí mora o x da questão. QUESTÃO nunca teve X.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Só pra começar
Boa merda poder postar textos assim. Sem editor, sem tradutor, sem teto, sem pudor. O mais legal é que os google's boys sabem de tudo de nós. Sem contar com os trojans, espiões, vilões, ladrões e calangos nordestinos. O poder do governador é maior que a dor. A guerra-civil carioca parou PANra comer pipoca. Caiu avião e os jornais esqueceram do dia-a-dia corriqueiro do cotidiano diário alheio. Alheio a tudo isso e a tudo que isso nunca foi, sigo a seta da meta que não existe. Ditadura me deixa triste, mas não vale a pena lutar por nada que viva de dinheiro do povo, quando se trata do povo brasileiro. Paro por aqui, até que algum dia nasça a vontade de bloggar. Pode ser daqui a dez minutos. Nada é sempre alguma coisa. Saudações do Coelho 22.
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