um dia alguém falou que não adianta ler um livro sobre paris para conhecer a cidade luz.
é preciso sentir o cheiro, pisar paris, ver seu povo, costumes. enfim, ir à paris inebriante dos seus sonhos.
bem, infelizmente o mais longe da costa brasileira que fui é brasil ainda. ilha de itaparica a 12 km de salvador.
dia desses quase cheguei à terra do Loco Abreu, quando estive em PoA.
pro oeste, doutrina de destino manifesto ainda não me catou. vai ver que é nojo da capital federal, que está no caminho do planalto.
pro norte já fui beirando o litoral. mas só até a capital da bahia de todos os santos. amazonas, pará? isso pra mim é rua ou edifício.
Éhhhh! cosmopolitismo passa longe aqui. Mas sou croqueiro. EU DISSE CROQUEIRO!
Conheço crocas de Vitória, Mimoso, do Rio e de Cachoeiro. Elas não têm o cheiro pariense. Nem paris jamais saberá o que tais crocas esconde!
o que há nessas crocas existe em vários cantos. torresmos, promiscuidade, cachaça, pouca saúde, macunaímas, pobreza, alegria.
o que há nessas crocas existe em vários cantos. torresmos, promiscuidade, cachaça, pouca saúde, macunaímas, pobreza, alegria.
talvez seja melhor conhecer lugares do mundo. times square, LA, Vegas. mas há tanto mundo desconhecido embaixo do nosso nariz.
é a croca nossa de cada dia. paris, londres, com certeza elas têm das suas.
só sendo croqueiro para encontrá-las. e a busca por elas só existe pelo prazer de jamais saber de sua existência.
viva a croca.
deixa eu trabalhar!
Um comentário:
noix!
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