quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Adeus
O Vasco vai terminar o campeonato lutando pra não cair. Mas, se o Flamengo ganhar do São Paulo o bicho pega. Na verdade, o Vasco gosta do Flamengo. Gosta de ficar perto dele. Não é possível. Sem contar quando tem final entre os dois, ultimamente (se 8 anos podem ser ultimamente), tem dado rubboneri. Neste brasileiro o bacalhau tava abocanhando o G$, digo 4, e veio setembro. O mês de troca de estações foi o da troca de posições do clube da colina. Deixou o 4º, foi pra 5º, pra 6º... tá em 9º. Outubro, mês em que o Vasco já deu uma boa goleada no maior rival (em 96, 4x1, jogo que completa hoje 11 anos e que Edmundo fez 3. Feito que ele repetiria em 97, ano do Tri). O Sol ainda está em libra, espero que isso não interfira. Já era libertadores.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Futebol. O profeta coelho retorna
Não seria eu sem falar sobre este esporte que jogo há mais de 15 anos, sem lograr êxito algum. Sem inclusive ser o primeiro a ser escolhido na hora do raxa. Só quando jogamos em dupla, aí sim. Bem. O São Paulo vai ser campeão com 5 rodadas de antecedência. Isto não se dará, se o Flamengo vencer no Maracanã, nesta quinta. Mas, se o trivial acontecer e o tricolor depenar o 'Orubu', aí meu caro, o Vasco vai ter sua vaga na Libertadores de 2007. Pra quê não sei.
O Vasco é um time de muito mais raça e coração que habilidade técnica e aplicação. Pode até chegar, mas fazer alguma coisa na Libertadores é duro. Contudo, é como o futebol brasileiro, que quando bota o coração na ponta da chuteira é invencível. Vide os dois últimos mundiais de Tóquio. Vide a goleada na Argentina na Copa América. Vide Marta, mas essa é de Marte. E passou pelo Vasco.
O Vasco é um time de muito mais raça e coração que habilidade técnica e aplicação. Pode até chegar, mas fazer alguma coisa na Libertadores é duro. Contudo, é como o futebol brasileiro, que quando bota o coração na ponta da chuteira é invencível. Vide os dois últimos mundiais de Tóquio. Vide a goleada na Argentina na Copa América. Vide Marta, mas essa é de Marte. E passou pelo Vasco.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Tudo que tinha pra dizer foi dito
Quando fico-me triste, dá vontade de escrever. Tudo em vão. Não transformo meus sentimentos em palavras, pois todas formam textos já existentes. É difícil achar caminhos para transformar a sensação em grafia. Aí tenho que copiar dos caras que fizeram.
Poderia recorrer a Shakespeare. Ou a um Mário Quintana. Se música embala corações doídos, vamos de Tom Jobim, Vinícius, Baden (só com seus acordes), Roger Waters, Lennon ou mesmo Gessinger. Chico Buarque, maldito. Este roubou todas minhas palavras antes mesmo de eu nascer. Ladrão safado, vou deixá-lo a medida do Bairro da Penha pr'algum pivete qualquer deixar seu corpo estendido no chão. Lembro do João Bosco, do Aldir e de tantos outros zés, jorges e Zecas. Todos têm seus direitos autorais. Eu tenho só os deveres, que de autorais nada têm.
Pois bem, o que faço pro meu coração explicar suas emoções, se minha mente mente pra minhas mãos em par, com dedos catando letras que saem sem a pretensão dos grandes? Não tenho coração, vai ver que é isso. Êta resíduo amargo. Vou passar os dias que se seguem, seguindo a solução insolúvel dos próprios medos e distúrbios da minha mente emocianada de razões partidas por um coração vagabundo. A pressão arterial tá boa. Espero. O que mata mesmo é a pressão, é o sentimento de perda. É a sensação de morte de alguém vivo. Muito ruim. Fazer o quê? Somos apenas rios intermitentes nesta Terra. Quando se chega ao oceano, se vai. Vou-me pela simples necessidade de cessar, pois o valor deste texto é desvalorizado pelas ações da Vale.
Poderia recorrer a Shakespeare. Ou a um Mário Quintana. Se música embala corações doídos, vamos de Tom Jobim, Vinícius, Baden (só com seus acordes), Roger Waters, Lennon ou mesmo Gessinger. Chico Buarque, maldito. Este roubou todas minhas palavras antes mesmo de eu nascer. Ladrão safado, vou deixá-lo a medida do Bairro da Penha pr'algum pivete qualquer deixar seu corpo estendido no chão. Lembro do João Bosco, do Aldir e de tantos outros zés, jorges e Zecas. Todos têm seus direitos autorais. Eu tenho só os deveres, que de autorais nada têm.
Pois bem, o que faço pro meu coração explicar suas emoções, se minha mente mente pra minhas mãos em par, com dedos catando letras que saem sem a pretensão dos grandes? Não tenho coração, vai ver que é isso. Êta resíduo amargo. Vou passar os dias que se seguem, seguindo a solução insolúvel dos próprios medos e distúrbios da minha mente emocianada de razões partidas por um coração vagabundo. A pressão arterial tá boa. Espero. O que mata mesmo é a pressão, é o sentimento de perda. É a sensação de morte de alguém vivo. Muito ruim. Fazer o quê? Somos apenas rios intermitentes nesta Terra. Quando se chega ao oceano, se vai. Vou-me pela simples necessidade de cessar, pois o valor deste texto é desvalorizado pelas ações da Vale.
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