terça-feira, 31 de agosto de 2010

Vamos reativar! Com a viagem que nunca se fez

só há croca!

um dia alguém falou que não adianta ler um livro sobre paris para conhecer a cidade luz.

é preciso sentir o cheiro, pisar paris, ver seu povo, costumes. enfim, ir à paris inebriante dos seus sonhos.

bem, infelizmente o mais longe da costa brasileira que fui é brasil ainda. ilha de itaparica a 12 km de salvador.

dia desses quase cheguei à terra do Loco Abreu, quando estive em PoA.

pro oeste, doutrina de destino manifesto ainda não me catou. vai ver que é nojo da capital federal, que está no caminho do planalto.

pro norte já fui beirando o litoral. mas só até a capital da bahia de todos os santos. amazonas, pará? isso pra mim é rua ou edifício.

Éhhhh! cosmopolitismo passa longe aqui. Mas sou croqueiro. EU DISSE CROQUEIRO!

Conheço crocas de Vitória, Mimoso, do Rio e de Cachoeiro. Elas não têm o cheiro pariense. Nem paris jamais saberá o que tais crocas esconde!

o que há nessas crocas existe em vários cantos. torresmos, promiscuidade, cachaça, pouca saúde, macunaímas, pobreza, alegria.

talvez seja melhor conhecer lugares do mundo. times square, LA, Vegas. mas há tanto mundo desconhecido embaixo do nosso nariz.

é a croca nossa de cada dia. paris, londres, com certeza elas têm das suas.

só sendo croqueiro para encontrá-las. e a busca por elas só existe pelo prazer de jamais saber de sua existência.

viva a croca.

deixa eu trabalhar!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Rio, Vitória e Cachoeiro

Fui ao Rio. Passei uns 12 dias. Queria ter ido pro Rio.

A mudança de “ao” para “pro” deixa o ir definitivo.

Sinto-me peixe fora d’água na minha Ilha.

Se bem que não nasci aqui.

Mas para quem é de Cachoeiro, qualquer terreiro pode receber o seu gorjeio. Infelizmente, o engodo – a namorada foi morar por um tempo lá - não fisgou a ave de rapina aqui.

Ir pro Rio de Janeiro seria conhecer o exílio de Gonçalves Dias. As aves que gorjeiam por lá, não são como as daqui. São mais belas. Mais feias. Mas sempre mais. Como tudo por lá.

"O melhor caos do mundo", disse Rodrigo Binotti. "Uma cidade de cidades misturadas", como já cantou Fernanda Abreu. As zonas, sul, norte, oeste, trânsito, favela, chopp, copas e cabanas nas areias esbranquiçadas fazem dela a cidade maravilhosa do mundo.

Seu poder de atração é imenso. Grazi Massaferra saiu do interior do Paraná. Hoje é protagonista de novela. Não vive no Rio apenas por isso. Como Caetano, João Gilberto e Gil, baianos que suspiram por sua terra natal, mas passam a ceia, o ano novo e outros feriados, aonde bem entendem. Vivem... vivem lá.

O pernambucano Nelson fez suas histórias lá também. Como ele, o maior olheiro do futebol de todos os tempos, poderia viver longe do Maracanã?! Suas crônicas não seriam produzidas em outro cenário, senão nas redações cariocas pelas quais perpassou. Viajava para fazer coberturas. Ia e voltava.

Jamais seria tão profético em ser a primeira pessoa a chamar Pelé de Rei, ainda aos 17 anos do gênio dos gramados. E se o palco maior do futebol é lá. O verde não fica só nas quatro linhas.

Quem ultrapassa a

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OBS - texto originalmente criado no Word de meu notebook, em 15 de janeiro de 2009. Publicado aqui com duas ou três alterações. Mas, com o final incompleto mantido. Que se complete...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Cansei de blogar... só quero tuitar... https://twitter.com/coelhocharles